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Salário mínimo de Santa Catarina sobe para R$ 1.158 após reajuste de 4,29%
Representantes da Fetaesc participaram da reunião na última terça-feira (12), em Florianópolis
O salário mínimo regional de Santa Catarina subiu para R$ 1.158 após um reajuste de 4,29%, acordado durante uma reunião, na última terça-feira (12), entre as federações empresariais, federações representativas do setor produtivo e sindicatos trabalhistas. O acordo firmado definiu reajuste médio de 4,29% entre as quatro faixas salariais, com pagamento retroativo ao mês de janeiro.
O tesoureiro geral da Fetaesc, Valdeci de Andrada Pereira, participou da negociação do salário mínimo e ressalta que a iniciativa de reunir as entidades representativas dos patrões e dos trabalhadores é uma forma de valorizar os dois lados. “Chegamos a um acordo com muita dificuldade, mas lutar pelos direitos e proporcionar benefícios aos trabalhadores na agricultura de Santa Catarina são alguns dos nossos objetivos como Federação representativa”, afirma Valdeci.
O assessor jurídico da Fetaesc, Nefhar Borck, também representou a Fetaesc na reunião e salienta que há oito anos a negociação do piso estadual é detalhadamente discutida para que sejam alcançados valores que possam repor as perdas dos trabalhadores. “Apesar de não ter sido o esperado pelos trabalhadores, o índice acordado se apresenta como uma base mínima para as negociações coletivas de trabalho a serem tratadas este ano, superando o INPC de 2018”, explica Nefhar Borck.
De acordo com a divisão, os trabalhadores da agricultura, pesca e construção civil fazem parte da primeira categoria, onde o piso passa de R$ 1.110 para R$ 1.158. A segunda faixa terá mínimo de R$ 1.201; a terceira será de R$ 1.267 e, a quarta faixa, terá o salário mínimo reajustado para R$ 1.325.
Participaram da negociação a Faesc, Fecomércio, Federação das Empresas de Transportes de Cargas (Fetrancesc), Federação dos Hospitais (Fehoesc), Fetiesc, Fetiaesc, Força Sindical, Nova Central dos Trabalhadores, UGT, CUT e Dieese.
Matéria: Viviana Ramos/Fetaesc
O tesoureiro geral da Fetaesc, Valdeci de Andrada Pereira, participou da negociação do salário mínimo e ressalta que a iniciativa de reunir as entidades representativas dos patrões e dos trabalhadores é uma forma de valorizar os dois lados. “Chegamos a um acordo com muita dificuldade, mas lutar pelos direitos e proporcionar benefícios aos trabalhadores na agricultura de Santa Catarina são alguns dos nossos objetivos como Federação representativa”, afirma Valdeci.
O assessor jurídico da Fetaesc, Nefhar Borck, também representou a Fetaesc na reunião e salienta que há oito anos a negociação do piso estadual é detalhadamente discutida para que sejam alcançados valores que possam repor as perdas dos trabalhadores. “Apesar de não ter sido o esperado pelos trabalhadores, o índice acordado se apresenta como uma base mínima para as negociações coletivas de trabalho a serem tratadas este ano, superando o INPC de 2018”, explica Nefhar Borck.
De acordo com a divisão, os trabalhadores da agricultura, pesca e construção civil fazem parte da primeira categoria, onde o piso passa de R$ 1.110 para R$ 1.158. A segunda faixa terá mínimo de R$ 1.201; a terceira será de R$ 1.267 e, a quarta faixa, terá o salário mínimo reajustado para R$ 1.325.
Participaram da negociação a Faesc, Fecomércio, Federação das Empresas de Transportes de Cargas (Fetrancesc), Federação dos Hospitais (Fehoesc), Fetiesc, Fetiaesc, Força Sindical, Nova Central dos Trabalhadores, UGT, CUT e Dieese.
Matéria: Viviana Ramos/Fetaesc
Publicado em: 13/02/2019 Por:
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